Aumento de massa muscular

Publicado em Dicas Online
Terça, 08 Outubro 2013 11:08

Cyanotis vaga
70% β- ecdisterona
Suplementacão esportiva
Nome científico: Cyanotis vaga
Família: Commelinaceae
Princípios ativos: β-ecdisterona
Parte utilizada: planta inteira

Descrição: As plantas medicinais são uma ótima opção como auxilio no desempenho esportivo,principalmente se associados a uma alimentação adequada e utilizados de forma correta e sob supervisão profissional, podem gerar resultados benéficos e com segurança.

A β-ecdisterona ou β-ecdisona é um importante esteroide presente em diversas plantas, sendo sua obtenção realizada para diversas aplicações como o empregado em formulação Cosméticas ou suplementação alimentar, entre outros.

Como suplementação esportiva, vem alcançando maior utilizacão, por proporcionar um maior aumento muscular e permitir melhor desempenho físico.
A ecdisterona e um fitoesteroide, mas sua utilizacão dificilmente pode gerar efeitos Estrogênicos em humanos, pois estudos realizados com mamíferos não apresentaram resultados que confirmassem tais suspeitas, uma vez que esses esteroides não se ligam a receptores de estrogênios.

Propriedades:
Capacidade de proporcionar aumento da massa muscular.
Melhora do desempenho físico.
Auxilio na preservação de órgão e tecidos.
Pode estabilizar Possíveis lesões celulares, diminuindo os processos degenerativos de orgãos e tecidos.
Melhora da função hepática.

Indicações:
Estimular o crescimento muscular e aumentar o desempenho físico.

Mecanismos de Ação:
O aumento da massa muscular ocorre por elevar significativamente a quantidade de aminoácidos das cadeias de proteínas presentes no citoplasma celular estimulando a síntese proteica pela célula.
O auxilio no desempenho físico, muito provavelmente ocorre por, alem de aumentar a massa muscular e sua resistência, elevar o consumo de glicose pelos tecidos, provavelmente devido aumento da sensibilidade destes a insulina.
As lesões celulares fazem parte de um processo inerente ao envelhecimento das células. Este processo, no entanto, pode ser diminuído devido a capacidade da ecdisterona em estabilizar essas lesões reduzindo o seu desenvolvimento ou a velocidade destas.

Dosagem / Posologia:
Sugestão de utilização: 250 mg por dia 30 cápsulas valor :R$ 123,50
Tomar uma vez por dia uma hora antes dos treinos.
Sua utilização deve ser acompanhada por médicos ou nutricionistas. Pessoas que tenham hipoglicemia não devem fazer uso deste produto.

Efeitos colaterais:
Ate o momento não há relatos de efeitos colaterais pela sua utilização.

Interações medicamentosas:
Não há informações sobre interações medicamentosas ocorridas ate o momento.

Referência:
Fabricante / fornecedor; 2011.
Chen, Qui; Xia, Yongpeng, Qui, Zongyin; Effect of ecdysterone on glucose metabolism in vitro;
Life Sciences; P.R. China; v.78; 2006.
Salviano, Franque, N.; Cunha, Ismael, A.; Estudo morfologico e avaliacao fitossanitaria de plantas de Pfaffia glomerata oriundas de autosemeadura; TCC Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinaria da Universidade de Brasilia; Brasilia; DF; 2011.

Fonte: http://www.bang.com.br

Exercício e esporte no inverno

Publicado em Dicas Online
Terça, 08 Outubro 2013 10:58

Nosso corpo tem maior dificuldade de adaptação às temperaturas baixas. As atividades orgânicas nos músculos estão aumentadas e os vasos sanguíneos superficiais ficam mais estreitos. Esses e outros ajustes acontecem para que o organismo não perca calor por meio da pele. Reações como ereção dos pêlos e os tremores são outros mecanismos protetores contra o frio.
O aquecimento antes da prática de exercícios e esporte prepara o corpo para uma sobrecarga. De acordo com o preparador físico Eduardo Faria, em dias frios o aquecimento deve ser mais prolongado e mais próximo do início das atividades. Em outras estações quentes, o efeito fisiológico do aquecimento pode durar até 30 minutos após o seu término. No inverno, esse tempo possivelmente será menor.

Além da temperatura ambiente e da temperatura corporal central deve-se ficar atento à presença de vento e de água (sudorese, roupa molhada). A temperatura corporal inferior a 35°C já é sinal de hipotermia e leva a graves danos à saúde.

A partir de 24°C ou menos de temperatura ambiental, já devemos levar em consideração esses cuidados, pois há o aumento do metabolismo para compensar a perda de calor corporal. Na presença de vento, essa perda é mais acentuada. Basta notar que a sensação térmica de frio nessas condições é maior e por isso a roupa de inverno é mais apropriada para diminuir a superfície de contato com o ambiente. Por outro lado, a roupa molhada do jogador pode levar em média à queda da temperatura corporal em até 3°C (lembrar também de trocar as meias molhadas!). Levando-se em conta estes fatores, a tecnologia de desenvolvimento de roupas esportivas procura formas de manter o corpo mais seco utilizando tecidos com capacidade de absorver e dissipar o suor além de proteções contra o vento principalmente na região torácica.

Aparentemente, há menor produção de suor, mas a perda de água pela transpiração continua ocorrendo bem como pela respiração e pela urina. A falta de água no organismo afeta a produção de calor e facilita a ocorrência da fadiga mais precocemente. Desta forma, é preciso ficar atento ao risco de desidratação.
Para manter a temperatura corporal central estável, há o aumento da utilização de carboidratos e queda do VO2 máximo, prejudicando a performance do atleta. A temperatura muscular também fica diminuída levando à diminuição do controle neuromuscular e consequentemente ao prejuízo da coordenação motora mesmo em atletas de elite.

Durante uma sessão de treino, procure aumentar a intensidade aos poucos para que a sua adaptação seja menos dramática e, é claro, não se exercite desprotegido do frio muito menos quando não se sentir bem para isso. Fique atento quando a temperatura ambiental estiver igual ou inferior à 24°C. A análise ambiental é importante para o planejamento de sua rotina de exercícios e para a manutenção da sua saúde.

Fontes:
Blog Einstein
Tênis News

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